terça-feira, 6 de março de 2012

Relacionamentos

Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. 

Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- É... não deu certo...

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam. Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro? E não temos essa coisa completa.

Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.

Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele. Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.

E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona... Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.

Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.

Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?

O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.

Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.

Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.

E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...

Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????

quinta-feira, 1 de março de 2012

Não era saudade, nem amizade, nem animosidade, nem qualquer outro sentimento associado a afeto, ou seja, nada que o Peter Frampton pudesse roubar para usar numa canção. Era só um garoto.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pra começar as  "boas vindas" do primeiro dia de aula, colocaram na rádio da escola  "We Are The Champignons" o que é óbvio, em homenagem aos terceirões já que chegaram 'até aqui' e estão sã e salvos; depois colocaram "Do Lado de Cá" o que no minimo soa como irônico: do lado de cá, tem música (as podres da rádio), amigos (daquele tipo que te trata bem, mas fala de você pelas costas, aw!) e alguém para amar (amar alguém na escola??? lógico! quem não faz isso na escola??? afinal a escola é feita pra isso mesmo né); e pra finalizar com chave de ouro "Só Os Loucos Sabem" o que é ótimo porque precisamos de positividade nesses dias de luta ~ops aula. Mas valeu a intenção, os coordenadores da escola sempre tentam fazer o melhor para os alunos, só que eles não conseguem achar um jeito certo. Ah, é claro, o diretor deu o ar da graça de falar no microfone da rádio, não sei, mas acho que ele tem um amor platônico por falar em publico e ninguém dar a minima.

A única coisa do ano passado que tornava a  minha turma linda e adorável era o fato dela ter poucos alunos. Claro, pra ir contra isso, colocaram  13 alunos novos pra poder fechar uma classe de 30 alunos, mas por mim tanto faz. Temos uma turma dividida em quatro grupinhos, pra que algo melhor que isso, não é mesmo?

NOSSA EU QUERO FICAR NO 3º ANO DO ENSINO MÉDIO PRA SEMPRE, véi na boa. Não há nada melhor do que ser 'os mais velhos' da escola. É quase uma sensação de autoridade, mas não é isso, é só sei lá... é  bom olhar para os outros e ver que você já foi como eles. Ver que você já fez toda a trajetória. E saber que há alguns anos você olhava para os 'grandes' e queria ser como eles SÓ QUE AGORA VOCÊ É O "ELES" só que você não se sente como o "eles", esse "eles" que você esperava é diferente, é uma sensação de melhor versus de pior. Porque você olha pra você,  e se acha uma criança prestes a prestar vestibular, e por outro lado sente que já esta quase lá. Mas esse quase lá, é tipo Like A Bos Ta. O bom é estar no ultimo ano, o ruim é ter que encarar a vida pós escola. Eu nem passei por isso e já sei que é muito pior que a escola. Mas é uma boa sensação. Não deixei isso muito claro, porque se for explicar a sensação de estar no ultimo ano parece pior do que melhor, mas não é. 

Alguns professores mudaram. Não acho que isso seja bom. Primeiro, porque eles não nos conhecem e automaticamente nos não os conhecemos. E eles não parecem ter o 'pulso firme' o suficiente pra lidar com a nossa turma.

Na hora do intervalo, adivinha??? Like A G6, Kuduro e afins na rádio hehe acham mesmo que alguém vai sair dançando, lógico, todo mundo dança feito doido no meio da escola! Super normal.

 É bom estar de volta a escola. Mas é quase que um sentimento de tristeza, eu não queria estar no ultimo ano, sério, não queria mesmo. A escola é muito melhor do que pior, tenho medo da vida depois da escola DDDDD: porque enquanto você está na escola, sabe que no ano seguinte você terá o que fazer, sabe o que será da sua vida, mas estando no ultimo ano :/ E também, eu gosto do 'clima' da escola, apesar do pesares.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Desisti. E isso é a coisa mais triste que tenho a dizer. A coisa mais triste que já me aconteceu. Eu simplesmente desisti. Não brigo mais com a vida, não quero entender nada. (…) Vou nos lugares, vejo a opinião de todo mundo, coisas que acho deprê, outras que quero somar, mas as deixo lá. Deixo tudo lá. Não mexo em nada. Não quero. Odeio as frases em inglês, mas o tempo todo penso “I don’t care”. Caguei. Foda-se. (…) Me nego a brigar. Pra quê? Passei uma vida sendo a irritadinha, a que queria tudo do seu jeito. Amor só é amor se for assim. Sotaque tem que ser assim. Comer tem que ser assim. Dirigir, trabalhar, dormir, respirar. E eu seguia brigando. Querendo o mundo do meu jeito. Na minha hora. Querendo consertar a fome do mundo e o restaurante brega. Algo entre uma santa e uma pilantra. Desde que no controle e irritada. Agora, não quero mais nada. De verdade. (…) Não quero arrumar, tentar, me vingar, não quero segunda chance, não quero ganhar, não quero vencer, não quero a última palavra, a explicação, a mudança, a luta, o jeito. (…) Quero ver a vida em volta, sem sentir nada. Quero ter uma emoção paralítica. Só rir de leve e superficialmente. Do que tiver muita graça. E talvez escorrer uma lágrima para o que for insuportável. Mas tudo meio que por osmose. Nada pessoal. Algo tipo fantoche, alguém que enfie a mão por dentro de mim, vez ou outra, e me cause um movimento qualquer. Quero não sentir mais porra nenhuma. Só não sou uma suicida em potencial porque ser fria me causa alguma curiosidade. O mundo me viu descabelar, agora vai me ver dormir e cagar pra ele. Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. O trator da felicidade. Atropelei o mundo e eu mesma. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e…quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandada por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

jessica line e eu em nosso momento de glória

Primeira da série::::::: espero que isso não aconteça só comigo

As vezes eu penso em alguém, e sinto-me como se essa pessoa também estivesse pensando em mim. E mais do que isso, eu sinto que nós estamos conectados por pensamentos. Sabe aquelas cenas de filme (que já se tornaram clichê), onde o cara está relembrando uma cena que aconteceu e a garota também? A mesma cena, durante o mesmo tempo. Como se... sei lá, como se eles realmente soubessem que um está invadindo o pensamento do outro?? Então, tipo isso. O que seria até legal de se pensar/sentir, se não soasse estranho, e se não fosse apenas uma ilusão do meu cérebro. Que aliás, é tão criativo. Pobre coitado hehe